Voltar a usar de novo castas hoje reconhecidas como minoritárias, traz biodiversidade na vinha e consequentemente aos vinhos produzidos. Por outro lado, são castas já adaptadas às sub-regiões onde foram plantadas há muitos anos, ou melhor ainda, de onde elas surgiram, por mutação ou cruzamentos naturais. A escassez de informação cultural sobre estas castas, muitas delas na legislação, tem levado nos últimos anos a serem alvo de estudo.